cadeira

O método de execução na cadeira elétrica foi criado no final do século 19 e prometia ser moderno, eficaz e humano. Na cadeira, o condenado recebia uma tensão de aproximadamente 20 mil volts. A primeira pessoa a ser executada por este método foi um homem chamado de William Kemmler acusado de assassinar a companheira a machadadas. Foi aplicada em Kemmler uma descarga de 700 volts. William voltou a respirar após 20 segundos. Apesar de testemunhas informarem que havia cheiro de roupa queimada e carne carbonizada, ele estava longe de morrer, então foi aplicada uma segunda descarga esta sendo mais forte e mais longa. Foram necessários mais 2 minutos para que a pena se concluísse, com uma descarga de 1030 volts. Ele foi executado no dia 6 de agosto de 1890, no estado de Nova York.

Acidentes ocorridos na década de 90 levaram a condenação do método pela opinião pública, já que pela má colocação da solução condutora ou contatos defeituosos nos eletrodos a agonia do condenado prolongava-se; a pele e carne em contato com o eletrodo queimavam e desprendiam fumaça, causando náuseas, vômitos e desmaios nos presentes.

Atualmente a injeção letal substituiu a cadeira elétrica, sendo considerada uma maneira mais moderna, eficaz e humana de execução.

Fontes: Mundo Estranho e Pragmatismo Político.